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A tua vida é aquilo que tu pensas… ou tu pensas na tua vida?Esta pergunta parece simples, mas muda tudo. Porque, no fim do dia, a tua vida tende a tornar-se um espelho da qualidade dos teus pensamentos — e isso tem implicações práticas na tua saúde mental, nas tuas decisões, nas tuas relações e nos teus resultados. Neste artigo partilho contigo o modelo que usei nesta comunicação (vídeo abaixo) e deixo-te um caminho muito concreto para começares a mudar de estado, ganhar clareza e criar uma vida com mais direção. O ciclo invisível que cria a tua realidadeVamos simplificar, sem “floreados”: 1. Pensamento 2. Emoção (o corpo reage ao que a mente cria) 3. Comportamento (a emoção empurra-te para ação… ou para bloqueio) 4. Resultado (a tua vida “lá fora”) 5. Novo pensamento (o resultado alimenta a tua narrativa interna) Ou seja: Pensamento → Emoção → Comportamento → Resultado → (novo) Pensamento E aqui está o ponto-chave: se os resultados não estão bons, é provável que o teu pensamento esteja a precisar de ser reeducado. Porque pensamento fraco tende a gerar emoção fraca. Emoção fraca tende a gerar comportamento fraco. E comportamento fraco… dá resultados fracos. Não é julgamento. É mecânica. Tu não vês a realidade como ela é. Vês como tu és.O cérebro humano funciona com filtros. Não porque seja “limitado”, mas porque está programado para eficiência e sobrevivência. Esse filtro tem um nome: Sistema Reticular de Atenção. Se não filtrasses estímulos, não conseguias viver. E quem programa esse filtro? És tu próprio. Um exemplo clássico: compras um carro vermelho e, de repente, começas a ver carros vermelhos em todo o lado. Eles já existiam. O que mudou foi o teu filtro. O mesmo acontece quando entras numa fase nova da vida: parece que “o mundo mudou”, mas muitas vezes foste tu que mudaste o foco. E o foco é poder. Pensar mal é fácil. Pensar bem dá trabalho.Pensar mal é automático. Não dá trabalho, basta deixar o pensamento correr sem teres grande consciência do que estás a entreter na tua mente e provávelmete irás pensar mal. Porque é que eu digo isso? Olha para uma parte da tua vida com a qual não te sentes satisfeito(a). Quem é responsável por essa realidade? Se respondeste "eu próprio" já deste um grande passo na direção da tua saúde mental, significa que já tens a capacidade de te responsabilizares pela vida que estás a ter, o que é muito bom. Significa que o teu foco está já assente em atribuições internas e não atribuições externas (vitimização). A verdade é que essa área da tua vida está tão boa, quando a qualidade dos teus pensamentos, crenças e hábitos o permitem. Qual a narrativa que estás a contar a ti mesmo é aos outros em relação a essa área da tua vida? E partindo de um pensamento de primeiros princípios faz-te esta pergunta: Essa narrativa é mesmo verdade? É como uma carraça: agarra-se e quer ficar. Porque muitas vezes está presa ao teu Ego, à tua necessidade de teres razão. A diferença entre uma pessoa “presa” e uma pessoa com saúde mental não é nunca pensar mal ou pensar bem. É ter a capacidade e flexibilidade de conseguir mudar de um pensamento fraco e falso para um pensamento mais real. Saúde mental, muitas vezes, é isto: capacidade de mudar de estado. As 4 portas para mudares de estado (e voltares a pensar bem)Quando estás num estado mental pesado, tens quatro “portas” para voltar ao teu centro: 1) Porta do pensamentoTentar pensar melhor. Funciona… mas é a mais difícil quando estás em baixo, porque: Não resolves um problema no mesmo estado mental em que o criaste. 2) Porta emocionalMudar a emoção para mudar o pensamento. Aqui entram relação, segurança, espaço para sentir e reorganizar — é por isso que a terapia funciona tão bem quando é bem feita. 3) Porta espiritualValores. Missão. Sentido. Contributo. Quando te lembras do teu “para quê”, ganhas chão. 4) Porta física (a mais acessível para a maioria)O teu corpo é química e eletricidade. Quando mexes no corpo, mexes no estado. Dormir. Banho quente. Caminhada. Treino. Meditação. Respiração. Corrida. Há um momento no exercício em que “passas o cansaço”… e começa a saber bem. E nesse momento, muitas vezes, o pensamento muda. A proposta prática: usa o teu corpo para criar terreno fértil para bons pensamentosQuando estiveres mais regulado (depois de mexeres o corpo, depois de uma caminhada, depois de um treino), faz perguntas melhores. Porque nós pensamos em perguntas. E perguntas melhores criam pensamentos melhores. Experimenta estas: · O que é que eu realmente quero para mim? · Que vida é que eu quero construir? · No que é que eu acredito? · Quem é importante para mim? · Quem é que eu me quero tornar daqui a 2 anos? · O que é que eu quero experienciar, entender e contribuir? · O que é que me entusiasma? Se estás perdido, o entusiasmo costuma ser a bússola. Tu podes não saber o destino final — mas quase sempre consegues reconhecer o próximo passo. Um fecho para aterrar isto na vida realHá dias em que tu acordas e está tudo “igual”: o mesmo corpo, a mesma casa, o mesmo trabalho, as mesmas mensagens, os mesmos problemas. Mas por dentro, há uma diferença que muda tudo: o pensamento que tu decides alimentar. Às vezes não dá para mudar a vida inteira num dia. Mas quase sempre dá para mudar o estado. E quando tu mudas o estado, tu mudas o tipo de decisões que tomas. E quando tu mudas decisões, tu mudas o caminho. Não precisas de perfeição. Precisas de direção. Queres levar isto para a prática (de forma simples e consistente)?A mudança não acontece por inspiração. Acontece por prática. E prática precisa de método. O plano “Sê o Melhor de Ti” foi desenhado exatamente para isso: ajudar-te a construir consistência, clareza e ação — com um caminho estruturado, sem complicar, e com foco real em transformação. Se sentes que está na hora de elevar a qualidade dos teus pensamentos (e, com isso, elevar a tua vida), entra aqui e começa hoje:
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Fevereiro é um excelente mês para escolhermos pensar, ponderar e avaliar a nossa vida com os parâmetros da lei do coração. Neste mês vivemos o dia dos namorados, vivemos a intensidade das emoções e vivemos habitualmente as consequências dessa intensidade, com ou sem variáveis amorosas envolvidas neste processo. O dia dos namorados é habitualmente um dia complicado para aqueles que não têm par amoroso na sua vida e isso na sua maioria faz com que as pessoas se esforcem por ignorar o dia e todo o convite à introspeção a que todo o mês nos convida. É por isso que hoje gostava de vos convidar eu, a aceitar Fevereiro como o mês das emoções, dos afetos, da intensidade emocional e da capacidade de transformação na nossa forma de pensar, sentir e viver a vida (porque é precisamente isso que acontece quando nos dedicamos algum tempo a avaliar a nossa vida pelas leis do nosso coração ao invés de o fazermos mecânica e robotizadamente como estamos habituados a fazer pelas leis dos homens. Quantas e quantas vezes damos connosco a aceitar nas nossas vidas, realidades que nos desagradam, que nos reprimem e que nos matam aos poucos, apenas porque assim é suposto que seja, sem grandes questionamentos ou dúvidas que nos retirem da habitual caminhada na mesma direção que tod@s aqueles que conhecemos. Quantas e quantas vezes, aceitar essas realidades implica dizer SIM aos outros, mas dizer NÃO a nós mesmos? Quantas e quantas vezes acordamos de manhã sem a mínima vontade de sair da nossa cama pura e simplesmente porque não aguentamos a mesmice dos dias, das rotinas aborrecidas e insuficientes... sim, completamente insuficientes para o que um dia nos atrevemos a sonhar que seria a nossa vida? Quantas e quantas vezes pensamos nisto, temos vontade de mudar e simplesmente saímos da cama, lavamos o rosto e vamos fazer as mesmas coisas, à mesma hora, nos mesmos lugares, com as mesmas pessoas, com quem temos as mesmas conversas que resultam sempre nas mesmas conclusões? Possa Fevereiro ser um mês de pensar nisto com mais afinco, de sentir todo o desconforto que houver com mais verdade e de... ainda que mais não seja.... acreditar que podemos mudar... depressa ou devagar... com ou sem medo... o rumo da nossa vida, do afeto que nutrimos por nós mesmos e pela vida. Com ou sem namorad@, porque o romance como tudo o resto na vida começa sempre dentro de nós! Feliz Fevereiro, nas leis do coração! |
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