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Há conversas que adiamos. Conversas que nos assustam. Conversas sobre despedidas, sobre morte, sobre o que realmente sentimos pelas pessoas que amamos. E no entanto, são precisamente essas conversas - as mais difíceis - que têm o poder de nos libertar, de nos trazer paz e de transformar a forma como vivemos cada dia. Quando o Medo de Perder Nos Impede de ViverNuma recente sessão de supervisão clínica, uma terapeuta partilhou o caso de uma paciente de 35 anos em tratamento oncológico. Mãe de uma menina pequena, esta mulher vivia num ciclo de ansiedade paralisante - especialmente nos dias que antecediam as consultas no IPO. O medo da morte consumia-a. Mas não era apenas o medo de morrer - era o medo de falar sobre isso, de enfrentar essa possibilidade, de ter as conversas que mais importavam. E aqui está a verdade que muitos de nós evitamos: quando não enfrentamos o medo da morte, ele não desaparece. Desloca-se. Transforma-se em ansiedade, culpa, stress e numa incapacidade de estar verdadeiramente presente na vida que temos agora. O Poder Libertador das DespedidasDurante a supervisão, várias terapeutas partilharam experiências profundas sobre processos de despedida com os seus próprios pais. Uma delas descreveu como conduziu conversas de despedida com o pai, incluindo o tema do perdão. Foram conversas difíceis, dolorosas - mas profundamente significativas. Outra partilhou a história de uma amiga que lutou contra o cancro durante cinco anos. Nos momentos finais, rodeada de pessoas que praticavam yoga e meditação, essa mulher conseguiu fazer o desapego necessário. Não porque desistiu de lutar, mas porque teve a coragem de ter as conversas importantes, de expressar gratidão, de dizer adeus. A lição? As despedidas não são derrotas. São actos de amor, coragem e humanidade. O Que Acontece Quando EvitamosNuma das histórias partilhadas, uma filha que vivia no Canadá recusava-se a despedir-se da mãe em fase terminal de cancro. O resultado? Culpa. Uma culpa que provavelmente a acompanhará durante anos. Quando evitamos as conversas difíceis - sobre morte, sobre sentimentos, sobre despedidas - não nos protegemos da dor. Apenas a adiamos e amplificamos. Os homens, em particular, tendem a evitar estas conversas. Fogem do assunto, mudam de tema, refugiam-se no silêncio. E depois, quando é tarde demais, carregam o peso do que não foi dito. Viver Com Mais Presença, Gratidão e CoragemAqui está a verdade paradoxal: quando aceitamos a impermanência da vida, começamos finalmente a vivê-la plenamente. Quando temos a coragem de: - Dizer às pessoas o que sentimos - Expressar gratidão enquanto há tempo - Fazer as pazes com o passado - Ter conversas sobre o que realmente importa …Libertamo-nos. Libertamo-nos da ansiedade, da culpa, do medo paralisante. Elizabeth Kubler-Ross, pioneira no estudo sobre morte e luto, dedicou a vida a humanizar este processo. O seu trabalho mostra-nos que falar sobre morte não é mórbido - é profundamente humano e necessário. E Se Pudesses Transformar a Tua Vida, 10 Minutos de Cada Vez?A verdade é que não precisamos de esperar por uma crise para começar a viver com mais presença, coragem e autenticidade. Podemos começar hoje. Agora. O Plano Sê o Melhor de Ti foi criado precisamente para isto - para te ajudar a transformar a tua vida através de práticas diárias simples mas poderosas que trabalham a tua mente, corpo, emoção e espírito. Em apenas 10 minutos por dia, guiado por 4 especialistas de classe mundial, vais aprender a: · Desenvolver coragem emocional para ter as conversas que importam · Cultivar presença para aproveitares verdadeiramente cada momento · Libertar-te de medos que te impedem de viver plenamente · Criar equilíbrio entre mente, corpo e espírito · Viver com mais gratidão e propósito São 203 dias de transformação estruturada, com práticas de psicologia, meditação, yoga e fitness - tudo integrado num sistema completo que funciona. Porque a vida é demasiado curta para a vivermos com medo, para adiarmos as conversas importantes, para deixarmos por dizer o que realmente sentimos. Começa Hoje a Tua TransformaçãoPor apenas €49,90/ano (menos de 14 cêntimos por dia), tens acesso ilimitado a: ✓ 7 cursos completos em 4 níveis de desenvolvimento ✓ Práticas diárias de 10 minutos guiadas por especialistas ✓ Conteúdo exclusivo de psicologia, meditação, yoga e fitness ✓ Certificados digitais ✓ Descontos em consultas e formações ✓ Garantia de 7 dias - se não for para ti, devolvemos o teu dinheiro A vida que queres viver começa com a coragem de te transformares hoje. Não esperes por uma crise para começares a viver plenamente. Não adies mais as conversas importantes. Não deixes para amanhã a transformação que podes começar agora. 👉 Começa a Tua Jornada de Transformação Aqui Porque as conversas que evitamos são as que mais precisamos ter. E a vida que evitamos viver é a que mais precisamos de abraçar.
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Estimad@s leitores, O tema deste mês na nossa revista, mexe particularmente comigo e acredito que consigo também. Este é um tema delicado e que deve ser observado e analisado com respeito pela sua delicadeza e importância no panorama emocional das nossas vidas. Dou comigo muitas vezes em consultas a abordar este assunto pela importância que acredito que devemos conferir à saúde mental e emocional de tod@s. Acredito profundamente que tod@s nós temos na vida alguma situação ou alguém que em maior ou menor grau nos feriu, desiludiu ou surpreendeu pela negativa por alguma razão e o resultado acabou por ser um afastamento, daqueles afastamentos em sinal de protesto, de auto-proteção ou de simples fuga ao desconforto. Quantas vezes damos connosco e ouvir chavões como: “Perdoar é importante” e a repeti-los para nós mesmos na expectativa de que por muito ouvir o nosso sistema emocional consiga realizar o perdão e seguir em frente com a tão prometida leveza que supostamente se segue ao perdão? E quantas vezes até já o tentamos fazer, real ou imaginariamente e nem sempre sentimos a tal da leveza e a prometida paz de espírito? É que talvez falte explicar uma parte, um daqueles detalhes de que ninguém fala e que é simplesmente fundamental para se perceber este processo que é tudo menos fácil ou rápido nas nossas vidas. Talvez nunca ninguém lhe tenha dito que: - Sim... Perdoar é importante.... mas isso não significa que os relacionamentos irão voltar a ser o que eram; - Sim... Perdoar traz leveza... mas só quando já percebemos e aceitamos que o pós perdão não contém em si a necessidade de voltar a fazer parte das vidas das pessoas a quem se perdoou e vice-versa; - Sim... Perdoar é importante... mas só quando aceitamos que é um ato único e exclusivamente autónomo e individual e que não significa que vá mudar nada na reação do outro ou na sua percepção sobre o acontecimento nem que vá provocar a mínima mudança no comportamento de nenhum dos envolvidos; - Sim... Perdoar traz leveza... mas essa é a leveza que só sentirá se aceitar a liberdade de seguir em frente sem a necessidade de que a(s) pessoa(a) que perdoa o/a acompanhem nessa estrada de vida que é sua, porque provavelmente eles não o farão e ainda assim, a estrada estará à sua espera para ser percorrida... tantas vezes a solo... mas LIVRE! É por todas estas questões que perdoar não é fácil, nem rápido, nem tranquilo... Muito pelo contrário... Perdoar é um processo de auto-conhecimento, auto-aceitação e valorização fundamentais para quem tem estradas a solo para percorrer sem nunca esquecer que a liberdade é uma conquista diária de si mesmo, uma construção de bases fortes e seguras que podemos escolher criar nas nossas vidas, para nós, por nós e em nós. Perdoar é acima de tudo um processo de maturação muito intenso e dinâmico internamente pelo qual temos que passar se quisermos libertar-nos das cordas onde inconscientemente nos deixamos aprisionar pelas mágoas, pelas desilusões e pelo sofrimento. Perdoar é escolher libertar a dor e viver o Amor, o próprio... aquele que deve superar todos os outros. Por isso perdoar envolve por norma 2 ou mais pessoas mas na realidade a libertação é feita de modo única e exclusivamente individual num processo de busca interior e de conhecimento e desenvolvimento pessoal, e por isso é tão difícil fazê-lo! Quantas vezes já deu consigo a pensar em situações do passado que gostava de já ter perdoado mas que simplesmente decidiu ignorar, na expectativa de que evaporem no tempo? Acredite que conheço bem a sensação de impotência quando decidimos ser verdadeiramente honest@s connosco mesmos e sabemos dentro do coração que ainda não conseguimos perdoar a situação A ou B acontecida há não sei quantos anos. É por isso que lhe garanto que vale a pena dar início a este processo de auto-descoberta com a promessa de muitas surpresas pelo caminho atribulado dos medos numa escalada interna até ao topo da montanha das nossas capacidades individuais... porque só nesse lugar seremos capazes de acreditar que a liberdade nos habilita a voar. No Learn2be temos uma equipa de profissionais habilitados e motivados lhe dar a mão e para o/a ajudar neste processo. Dê o primeiro passo, acredite em si! Vera Ferreira Diretora Clínica do projeto Learn2be Olá, Por incrível que pareça, os dias voam e já estamos em Março! Um Março que se caracteriza por muita tensão e ansiedade pela guerra que está a acontecer entre a Ucrânia e a Rússia. Tenho o meu coração em dor com as imagens que nos chegam todos os dias pelas televisões e com as informações que vão trazendo até nós. Estamos em pleno século XXI e acho que ninguém achava possível que isto fosse acontecer. De repente todos estamos obrigados a gerir as nossas emoções sobre o que se passa no mundo de uma forma um tanto ao quanto violenta e extremamente rápida. Temos assistido a inúmeras manifestações das pessoas pelo mundo fora a favor da paz e temos tido a oportunidade de ver e sentir o melhor e o pior da humanidade. Parece-me que é caso de parar um pouco e observar o que está a acontecer no nosso Ser individual com tudo isto para além da confusão e da tristeza que tod@s sentimos e tentar encontrar alguma paz. Porque Paz é definitivamente a palavra de ordem destes dias e porque acredito profundamente que ela deve começar dentro de nós mesmos. Senão vejamos, o que será que estaria a sentir o presidente da Rússia dias e horas antes de ordenar o ataque da Ucrânia? Por certo ele estava a sentir tudo menos paz. Bem sei que se têm feito muitas análises à estrutura de personalidade de Putin mas questiono que paz é que isso nos traz? Concluir que se trata de um homem com uma tendência à agressividade e ao auto-centramento não nos ajuda a ajudar aqueles que de facto precisam de ajuda. Então lembre-se de algo em que acredito profundamente – tudo aquilo que nós focalizamos... cresce... por isso não foque no mau, na tristeza, na dor, no medo (que nos afeta a tod@s e que estamos tod@s a sentir). Foque naquilo que de facto quer ver crescer... a PAZ! Somos todos UM e o que está a acontecer na Ucrânia, afeta-nos a tod@s por isso acredito que estamos em tempo de acreditar que podemos ser livres, que merecemos ser livres e que podemos agir para ajudar a criar essa liberdade. Nesse sentido, gravei uma meditação pela Paz, que @ convido a fazer clicando no link abaixo. E seja Março, um mês histórico pela força dos Homens Unidos a favor da PAZ! Obrigada pela sua fé na vida, na liberdade e na paz. Fevereiro é um excelente mês para escolhermos pensar, ponderar e avaliar a nossa vida com os parâmetros da lei do coração. Neste mês vivemos o dia dos namorados, vivemos a intensidade das emoções e vivemos habitualmente as consequências dessa intensidade, com ou sem variáveis amorosas envolvidas neste processo. O dia dos namorados é habitualmente um dia complicado para aqueles que não têm par amoroso na sua vida e isso na sua maioria faz com que as pessoas se esforcem por ignorar o dia e todo o convite à introspeção a que todo o mês nos convida. É por isso que hoje gostava de vos convidar eu, a aceitar Fevereiro como o mês das emoções, dos afetos, da intensidade emocional e da capacidade de transformação na nossa forma de pensar, sentir e viver a vida (porque é precisamente isso que acontece quando nos dedicamos algum tempo a avaliar a nossa vida pelas leis do nosso coração ao invés de o fazermos mecânica e robotizadamente como estamos habituados a fazer pelas leis dos homens. Quantas e quantas vezes damos connosco a aceitar nas nossas vidas, realidades que nos desagradam, que nos reprimem e que nos matam aos poucos, apenas porque assim é suposto que seja, sem grandes questionamentos ou dúvidas que nos retirem da habitual caminhada na mesma direção que tod@s aqueles que conhecemos. Quantas e quantas vezes, aceitar essas realidades implica dizer SIM aos outros, mas dizer NÃO a nós mesmos? Quantas e quantas vezes acordamos de manhã sem a mínima vontade de sair da nossa cama pura e simplesmente porque não aguentamos a mesmice dos dias, das rotinas aborrecidas e insuficientes... sim, completamente insuficientes para o que um dia nos atrevemos a sonhar que seria a nossa vida? Quantas e quantas vezes pensamos nisto, temos vontade de mudar e simplesmente saímos da cama, lavamos o rosto e vamos fazer as mesmas coisas, à mesma hora, nos mesmos lugares, com as mesmas pessoas, com quem temos as mesmas conversas que resultam sempre nas mesmas conclusões? Possa Fevereiro ser um mês de pensar nisto com mais afinco, de sentir todo o desconforto que houver com mais verdade e de... ainda que mais não seja.... acreditar que podemos mudar... depressa ou devagar... com ou sem medo... o rumo da nossa vida, do afeto que nutrimos por nós mesmos e pela vida. Com ou sem namorad@, porque o romance como tudo o resto na vida começa sempre dentro de nós! Feliz Fevereiro, nas leis do coração! A Dra. Maria Inês Costa recebeu o convite da CLDS 4G - Peso da Régua (uma organização sem fins lucrativos, que pretende combater a exclusão social através de uma intervenção próxima realizada em parcerias. Irá incidir na área do Emprego, Formação e Qualificação e na Intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza infantil) em parceria com a Clínica Learn2be, com o intuito de se dinamizar, a primeira de várias sessões do “CICLO DE COMPETÊNCIAS PARENTAIS - VAMOS APRENDER A CONVERSAR?”, onde eu, como representante da equipa Learn2be do Porto, abordei a importância que as relações familiares e as práticas parentais têm no desenvolvimento dos filhos.
Porque é que este tema é pertinente?Ep.05 | Conversas com Valor: Espiritualidade na Vida | Dra. Vera Ferreira e Jackeline Nogueira4/8/2021 Neste quinto episódio partilho uma conversa descontraída que tive com a Jackeline Nogueira, mulher de fibra e sensibilidade que serve de exemplo para todos nós. Falamos sobre assuntos aparentemente óbvios mas tão importantes de se verbalizar! Veja o vídeo na íntegra, abaixo:
Escrevo-lhe hoje em viagem novamente. Desta vez, duplamente interna. Estou num comboio rápido que se encontra agora a atravessar o Alentejo para sul e encontro-me num passeio mental interessante de mão dada com pensamentos e memórias que só uma viagem interna num comboio permite viajar cá dentro de nós (próprios). Adoro comboios. O meu meio de transporte de longe preferido pela incursão que o mesmo permite fazer entre o mundo exterior e o mundo interior. E é nesta coabitação psíquica que decido abrir o portátil e transpor parte da minha companhia mental para o “papel” digital. O pensamento não existe sem relação e é no espaço individual (e terapêutico) que se elaboram as relações e se organiza o espaço mental.Neste segundo episódio abordamos o tema: As perdas e o processo de luto. Uma conversa comigo, Vera Ferreira (Flor de Luz) e Clau Tarot.
Veja o vídeo na íntegra, abaixo: O Dr. Miguel Gonçalves foi o convidado da Kuriakos Tv, para mais um programa na "Manhãs na TV". Neste programa desenvolveu o tema: Como garantir que os filhos são saudáveis a nível Emocional e Psicológico? Um programa cheio de informação rica que vale a pena ver e rever. VEJA A PRESENÇA DO DR. MIGUEL NA ÍNTEGRA ABAIXO:
Temos uma equipa de profissionais nas áreas de Psicologia e Coaching, preparados para o auxiliar na sua vida! CEO da Clínica de Psicologia e Coaching Learn2Be, o Dr. Miguel Gonçalves foi novamente convidado da Kuriakos Tv, do programa "Manhãs na TV". O Psicólogo e Coach falou do tema: Como melhorar a relação entre pais e filhos. Veja a presença do Dr. Miguel na íntegra abaixo:
Temos uma equipa de profissionais nas áreas de Psicologia e Coaching, preparados para o auxiliar na sua vida! O Dr. Miguel Gonçalves, Psicólogo e CEO da Clínica Learn2Be foi convidado do programa Júlia na SIC para falar acerca da Ansiedade nas crianças! O casal surge quando duas pessoas decidem viver uma relação a dois, amorosa, afetiva, quando assumem o desejo de criarem um modelo relacional próprio. Quando assumem criar um espaço, prolongado no tempo, de coexistência, basicamente, podemos dizer que o casal surge quando duas pessoas se assumem juntas num só em conjunto. Como em qualquer processo, e olhando o casal, como também ele fazendo parte de um processo em constante construção, surgem conflitos. A forma de os superar poderá ditar a perigosidade existente para a manutenção desta relação. As estratégias utilizadas para resolver os conflitos que vão surgindo são assim comportamentos adoptados com a finalidade de encontrar soluções para os problemas e pressupõem obrigatoriamente a necessidade de negociação construtiva ou destrutiva entre os parceiros. A comunicação é crucial. Estratégias Construtivas vs Destrutivas para o Casal As estratégias construtivas envolvem uma boa comunicação, envolvem olhar o conflito como uma oportunidade que surgiu para melhorar o relacionamento. Estas estratégias obrigam também a um maior auto controlo, a uma maior tolerância e flexibilidade e a uma procura conjunta por uma solução satisfatória para o casal. Por outro lado, as estratégias destrutivas caracterizam-se pela procura de encontrar culpados, por colocar no outro os problemas, por olhar para os problemas e não para as soluções, por uma exagerada racionalização e negatividade. Quando um casal está em perigO
A época actual vive uma marcada fragilidade na manutenção das relações, principalmente nas relações de casal. Há um fenómeno individualista cada vez mais marcante. As tecnologias ligam o mundo e afastam as pessoas. É mais fácil dizer "olá" ao colega de curso emigrado em Londres do que "amo-te" à mulher na sala. Há uma admiração enorme pela vida partilhada nas redes sociais, vida muitas vezes (quase sempre) virtual, ficcionada, trabalhada para ser perfeita, do que pelas imperfeições ou frustrações diárias da vida real. Há assim um individualismo maior impulsionado pela necessidade de obtenção de prazer imediato, sem riscos (será?!) ou frustrações. Inevitavelmente (e ainda bem) há um encontro real entre duas pessoas que, por variadas razões, acabam por ficar juntas. Sem virtualidades, sem namoros online, falamos aqui do namoro terreno offline. Mas só o amor verdadeiro, a paixão real, a admiração, o cuidar do outro e o interesse real pela outra pessoa poderá salvar este encontro entre duas pessoas durar para sempre de forma saudável, genuína e plena. E viverão felizes para sempre? Este chavão dos contos de fadas partilhado por todos e desejado por muitos merece uma análise minuciosa. O que é viver feliz para sempre com alguém? Pensar sobre esta questão requer lembrar que a relação de casal é pautada pela reciprocidade absoluta. Quando conhecemos alguém pelo qual sentimos amor há uma alegria e uma admiração imensa. Há um caminho que se constrói a dois que surge diante de nós, há uma força imensa em nós por sermos amados e por amar-mos. Depois há duas grandes fases no viver com alguém - a paixão e o amor. O ideal é que andem cruzadas o máximo de tempo possível. o que é do amor? o que é da paixão?A paixão ligada à fantasia, à atracção física, ao pensar constante no outro, à ânsia de pertença nos seus braços, como sendo uma metade que deseja encontrar a sua outra parte para ser completa, feliz e realizada.
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