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Num contexto em que desempenho, bem-estar e propósito deixaram de ser dimensões separadas, a Learn2Be tem vindo a afirmar-se como uma proposta integrativa no desenvolvimento pessoal e profissional. É com orgulho que partilhamos a nossa entrevista na Revista Business Portugal (suplemento do Diário de Notícias), onde o nosso CEO e Clinical Director, Miguel Gonçalves, explica a metodologia Learn2Be — aquilo a que chamamos Ciência + Consciência — e como a aplicamos com pessoas e organizações, do Algarve à Grande Lisboa, presencial e online. O que vais encontrar nesta entrevistaAo longo da conversa, abordamos temas que hoje são centrais para quem quer viver e trabalhar com mais clareza e consistência:
Entrevista completaAbaixo encontras a entrevista na íntegra, tal como publicada: LEARN2BE: CIÊNCIA, CONSCIÊNCIA E PERFORMANCENum contexto em que desempenho, bem-estar e propósito deixaram de ser dimensões separadas, a Learn2Be afirma-se como uma proposta integrativa no desenvolvimento pessoal e profissional. Como é que a Learn2Be desenha programas de desenvolvimento pessoal e profissional adaptados à diversidade de clientes que serve – do Algarve à Grande Lisboa, presencial e online? A Learn2Be opera em duas geografias estratégicas: o Algarve, com clínicas em Portimão, Faro e Vilamoura, e a Grande Lisboa, com Massamá e Odivelas. O nosso alcance é nacional e internacional graças à oferta online. A nossa abordagem é integrativa: não desenhamos programas por região, mas por momento de vida do cliente. Um empresário em Portimão e um quadro intermédio em Lisboa partilham os mesmos desafios essenciais – clareza, foco, performance e bem-estar. O que muda é a forma como o serviço chega: presencial para quem procura imersão e qualidade humana; online para quem precisa de flexibilidade. A nossa equipa de psicólogos e coaches especializados entrega sempre com a mesma metodologia: ciência aplicada com consciência. De que forma o coaching da Learn2Be apoia profissionais de futebol na gestão da pressão competitiva e na transição para novas fases da carreira, integrando ferramentas de psicologia integrativa? O desporto de alta competição é um laboratório vivo de pressão psicológica. Trabalhei com jogadores da primeira divisão portuguesa em períodos críticos das suas carreiras – gestão de ansiedade, recuperação após derrotas, transição de papéis. Hoje, em paralelo, acompanho líderes C-level em business coaching e alta performance – em empresas como a Zumub, a Delnext e a BioLocal, entre outras. A nossa metodologia integra três níveis: o psicológico (gestão de pensamento e emoção), o fisiológico (corpo, sono, recuperação) e o de propósito (porque é que faço o que faço). Esta integração – que chamamos ciência + consciência – é o que distingue o nosso trabalho. Como psicólogo com formação especializada em Coaching, levo para o desporto a profundidade clínica que coaches sem formação psicológica por vezes não o conseguem oferecer. O atleta não é só um corpo a otimizar; é uma pessoa inteira a integrar. No programa “Sê o melhor de Ti”, que estratégias diferenciadas aplica para fomentar a resiliência e o propósito de vida em clientes de alta performance? O ‘Sê o Melhor de Ti’ nasce de uma verdade simples: a tua vida tende a tornar-se um espelho da qualidade dos teus pensamentos. Pensamento gera emoção, emoção gera comportamento, comportamento gera resultado – e o resultado alimenta novos pensamentos. Não é julgamento; é mecânica. Mas o ponto-chave é este: entre o pensamento e a emoção, há o pensador. Tu não és os teus pensamentos – tu és quem os pensa. Essa consciência – saber que somos o pensador que escolhe alimentar ou não cada pensamento – é o que distingue alguém refém da sua mente de alguém que se torna autor da sua vida. O programa treina exatamente esta consciência, com ferramentas concretas: os ‘9 Passos para Desbloquear a Tua Vida’ e as ‘4 Portas’ para mudar de estado mental – pensamento, emoção, espírito e corpo. Saúde mental é capacidade de mudar de estado. E é treinável. O meu livro ‘Constrói o Teu Caminho, Vive na Mente Certa’ aprofunda este sistema. O Sê o Melhor de Ti é a aplicação prática diária, em 10 minutos. Qual o impacto da sua experiência de mais de 20 anos em psicoterapia dinâmica na criação de soluções personalizadas de desenvolvimento pessoal para públicos diversificados? Tenho mais de 20 anos de prática clínica e duas especialidades reconhecidas pela Ordem dos Psicólogos: Psicologia Clínica e Psicoterapia. Sou também especialista em Coaching, com formação certificada em Life Coaching, Alta Performance, Business Coaching e Coaching Psicológico. Esta integração cria algo raro no mercado: profundidade clínica para ler padrões inconscientes e ferramentas práticas para conduzir o cliente à ação. A maior parte do que se vende como “desenvolvimento pessoal” falha por ignorar o substrato psicológico. E muita psicoterapia falha em traduzir-se em vida prática. A integração das duas – ciência + consciência – é o nosso espaço. Como dizia Einstein: "não se resolve um problema no mesmo estado mental em que ele foi criado". O nosso trabalho é precisamente esse: ajudar o cliente a mudar de estado primeiro, para que depois possa pensar e agir de forma diferente. Sem isso, é literatura. Como é que a Learn2Be integra a experiência presencial nas clínicas com a oferta digital crescente, particularmente com a integração de novas ferramentas de Inteligência Artificial nos serviços? Estamos numa fase de transformação acelerada. A Learn2Be tem hoje uma oferta dual: clínicas presenciais no Algarve e Lisboa, para quem procura imersão e qualidade humana, e plataforma digital com mais de 10.000 alunos, para quem precisa de flexibilidade. A grande novidade é a integração de Inteligência Artificial nos nossos serviços. Estamos a desenvolver o “Dr. Mike”, um agente de IA carregado com toda a nossa metodologia, que apoia os alunos da nossa Certificação em Coaching a estruturar intervenções, criar exercícios personalizados e aplicar técnicas avançadas com suporte inteligente entre sessões. A IA não substitui o terapeuta nem o coach – amplifica-os. É um multiplicador que permite à nossa equipa cuidar de mais pessoas, com mais profundidade, sem perder a qualidade humana que sempre foi a nossa marca. Este é o futuro da psicologia aplicada. Que tendências em inteligência emocional e coaching transformacional prevê para os próximos anos, e como a Learn2Be as integrará no apoio ao desenvolvimento pessoal nas suas múltiplas unidades? Vejo quatro tendências a definir a próxima década: Primeiro, a fusão entre psicologia, performance e longevidade. O cliente de 2030 não quer apenas “tratar a ansiedade”. Quer viver melhor, mais tempo, com mais clareza. A Learn2Be está a abrir uma frente de longevidade premium, ancorada no Algarve. Segundo, a integração entre saúde mental e desempenho desportivo. Sport psychology vai sair dos clubes profissionais e entrar na vida quotidiana dos profissionais ambiciosos. Terceiro, a IA como parceira do coach e do Psicólogo, não substituta. Veremos profissionais aumentados, capazes de fazer mais com a mesma profundidade. Quarto, o regresso da consciência e do propósito. Depois de uma década de produtividade desmedida, as pessoas querem sentido. O nosso ‘Sê o Melhor de Ti’ nasceu disso. Para quem quer começar já, tenho uma Masterclass gratuita no nosso site psicologiaecoaching.academy – Do Bloqueio à Ação: 9 Passos para Desbloquear a Tua Vida. É a porta de entrada para esta jornada. Não precisas de perfeição. Precisas de direção. Queres começar por um passo simples?Se quiseres uma estrutura guiada para trabalhares isto com consistência (10 minutos por dia), explora o plano anual Sê o Melhor de Ti: https://psicologiaecoaching.pt/se-o-melhor-de-ti/ Nota editorialEste conteúdo foi originalmente publicado na Revista Business Portugal (suplemento do Diário de Notícias) e é aqui reproduzido para fins de divulgação.
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A tua vida é aquilo que tu pensas… ou tu pensas na tua vida?Esta pergunta parece simples, mas muda tudo. Porque, no fim do dia, a tua vida tende a tornar-se um espelho da qualidade dos teus pensamentos — e isso tem implicações práticas na tua saúde mental, nas tuas decisões, nas tuas relações e nos teus resultados. Neste artigo partilho contigo o modelo que usei nesta comunicação (vídeo abaixo) e deixo-te um caminho muito concreto para começares a mudar de estado, ganhar clareza e criar uma vida com mais direção. O ciclo invisível que cria a tua realidadeVamos simplificar, sem “floreados”: 1. Pensamento 2. Emoção (o corpo reage ao que a mente cria) 3. Comportamento (a emoção empurra-te para ação… ou para bloqueio) 4. Resultado (a tua vida “lá fora”) 5. Novo pensamento (o resultado alimenta a tua narrativa interna) Ou seja: Pensamento → Emoção → Comportamento → Resultado → (novo) Pensamento E aqui está o ponto-chave: se os resultados não estão bons, é provável que o teu pensamento esteja a precisar de ser reeducado. Porque pensamento fraco tende a gerar emoção fraca. Emoção fraca tende a gerar comportamento fraco. E comportamento fraco… dá resultados fracos. Não é julgamento. É mecânica. Tu não vês a realidade como ela é. Vês como tu és.O cérebro humano funciona com filtros. Não porque seja “limitado”, mas porque está programado para eficiência e sobrevivência. Esse filtro tem um nome: Sistema Reticular de Atenção. Se não filtrasses estímulos, não conseguias viver. E quem programa esse filtro? És tu próprio. Um exemplo clássico: compras um carro vermelho e, de repente, começas a ver carros vermelhos em todo o lado. Eles já existiam. O que mudou foi o teu filtro. O mesmo acontece quando entras numa fase nova da vida: parece que “o mundo mudou”, mas muitas vezes foste tu que mudaste o foco. E o foco é poder. Pensar mal é fácil. Pensar bem dá trabalho.Pensar mal é automático. Não dá trabalho, basta deixar o pensamento correr sem teres grande consciência do que estás a entreter na tua mente e provávelmete irás pensar mal. Porque é que eu digo isso? Olha para uma parte da tua vida com a qual não te sentes satisfeito(a). Quem é responsável por essa realidade? Se respondeste "eu próprio" já deste um grande passo na direção da tua saúde mental, significa que já tens a capacidade de te responsabilizares pela vida que estás a ter, o que é muito bom. Significa que o teu foco está já assente em atribuições internas e não atribuições externas (vitimização). A verdade é que essa área da tua vida está tão boa, quando a qualidade dos teus pensamentos, crenças e hábitos o permitem. Qual a narrativa que estás a contar a ti mesmo é aos outros em relação a essa área da tua vida? E partindo de um pensamento de primeiros princípios faz-te esta pergunta: Essa narrativa é mesmo verdade? É como uma carraça: agarra-se e quer ficar. Porque muitas vezes está presa ao teu Ego, à tua necessidade de teres razão. A diferença entre uma pessoa “presa” e uma pessoa com saúde mental não é nunca pensar mal ou pensar bem. É ter a capacidade e flexibilidade de conseguir mudar de um pensamento fraco e falso para um pensamento mais real. Saúde mental, muitas vezes, é isto: capacidade de mudar de estado. As 4 portas para mudares de estado (e voltares a pensar bem)Quando estás num estado mental pesado, tens quatro “portas” para voltar ao teu centro: 1) Porta do pensamentoTentar pensar melhor. Funciona… mas é a mais difícil quando estás em baixo, porque: Não resolves um problema no mesmo estado mental em que o criaste. 2) Porta emocionalMudar a emoção para mudar o pensamento. Aqui entram relação, segurança, espaço para sentir e reorganizar — é por isso que a terapia funciona tão bem quando é bem feita. 3) Porta espiritualValores. Missão. Sentido. Contributo. Quando te lembras do teu “para quê”, ganhas chão. 4) Porta física (a mais acessível para a maioria)O teu corpo é química e eletricidade. Quando mexes no corpo, mexes no estado. Dormir. Banho quente. Caminhada. Treino. Meditação. Respiração. Corrida. Há um momento no exercício em que “passas o cansaço”… e começa a saber bem. E nesse momento, muitas vezes, o pensamento muda. A proposta prática: usa o teu corpo para criar terreno fértil para bons pensamentosQuando estiveres mais regulado (depois de mexeres o corpo, depois de uma caminhada, depois de um treino), faz perguntas melhores. Porque nós pensamos em perguntas. E perguntas melhores criam pensamentos melhores. Experimenta estas: · O que é que eu realmente quero para mim? · Que vida é que eu quero construir? · No que é que eu acredito? · Quem é importante para mim? · Quem é que eu me quero tornar daqui a 2 anos? · O que é que eu quero experienciar, entender e contribuir? · O que é que me entusiasma? Se estás perdido, o entusiasmo costuma ser a bússola. Tu podes não saber o destino final — mas quase sempre consegues reconhecer o próximo passo. Um fecho para aterrar isto na vida realHá dias em que tu acordas e está tudo “igual”: o mesmo corpo, a mesma casa, o mesmo trabalho, as mesmas mensagens, os mesmos problemas. Mas por dentro, há uma diferença que muda tudo: o pensamento que tu decides alimentar. Às vezes não dá para mudar a vida inteira num dia. Mas quase sempre dá para mudar o estado. E quando tu mudas o estado, tu mudas o tipo de decisões que tomas. E quando tu mudas decisões, tu mudas o caminho. Não precisas de perfeição. Precisas de direção. Queres levar isto para a prática (de forma simples e consistente)?A mudança não acontece por inspiração. Acontece por prática. E prática precisa de método. O plano “Sê o Melhor de Ti” foi desenhado exatamente para isso: ajudar-te a construir consistência, clareza e ação — com um caminho estruturado, sem complicar, e com foco real em transformação. Se sentes que está na hora de elevar a qualidade dos teus pensamentos (e, com isso, elevar a tua vida), entra aqui e começa hoje:
Há conversas que adiamos. Conversas que nos assustam. Conversas sobre despedidas, sobre morte, sobre o que realmente sentimos pelas pessoas que amamos. E no entanto, são precisamente essas conversas - as mais difíceis - que têm o poder de nos libertar, de nos trazer paz e de transformar a forma como vivemos cada dia. Quando o Medo de Perder Nos Impede de ViverNuma recente sessão de supervisão clínica, uma terapeuta partilhou o caso de uma paciente de 35 anos em tratamento oncológico. Mãe de uma menina pequena, esta mulher vivia num ciclo de ansiedade paralisante - especialmente nos dias que antecediam as consultas no IPO. O medo da morte consumia-a. Mas não era apenas o medo de morrer - era o medo de falar sobre isso, de enfrentar essa possibilidade, de ter as conversas que mais importavam. E aqui está a verdade que muitos de nós evitamos: quando não enfrentamos o medo da morte, ele não desaparece. Desloca-se. Transforma-se em ansiedade, culpa, stress e numa incapacidade de estar verdadeiramente presente na vida que temos agora. O Poder Libertador das DespedidasDurante a supervisão, várias terapeutas partilharam experiências profundas sobre processos de despedida com os seus próprios pais. Uma delas descreveu como conduziu conversas de despedida com o pai, incluindo o tema do perdão. Foram conversas difíceis, dolorosas - mas profundamente significativas. Outra partilhou a história de uma amiga que lutou contra o cancro durante cinco anos. Nos momentos finais, rodeada de pessoas que praticavam yoga e meditação, essa mulher conseguiu fazer o desapego necessário. Não porque desistiu de lutar, mas porque teve a coragem de ter as conversas importantes, de expressar gratidão, de dizer adeus. A lição? As despedidas não são derrotas. São actos de amor, coragem e humanidade. O Que Acontece Quando EvitamosNuma das histórias partilhadas, uma filha que vivia no Canadá recusava-se a despedir-se da mãe em fase terminal de cancro. O resultado? Culpa. Uma culpa que provavelmente a acompanhará durante anos. Quando evitamos as conversas difíceis - sobre morte, sobre sentimentos, sobre despedidas - não nos protegemos da dor. Apenas a adiamos e amplificamos. Os homens, em particular, tendem a evitar estas conversas. Fogem do assunto, mudam de tema, refugiam-se no silêncio. E depois, quando é tarde demais, carregam o peso do que não foi dito. Viver Com Mais Presença, Gratidão e CoragemAqui está a verdade paradoxal: quando aceitamos a impermanência da vida, começamos finalmente a vivê-la plenamente. Quando temos a coragem de: - Dizer às pessoas o que sentimos - Expressar gratidão enquanto há tempo - Fazer as pazes com o passado - Ter conversas sobre o que realmente importa …Libertamo-nos. Libertamo-nos da ansiedade, da culpa, do medo paralisante. Elizabeth Kubler-Ross, pioneira no estudo sobre morte e luto, dedicou a vida a humanizar este processo. O seu trabalho mostra-nos que falar sobre morte não é mórbido - é profundamente humano e necessário. E Se Pudesses Transformar a Tua Vida, 10 Minutos de Cada Vez?A verdade é que não precisamos de esperar por uma crise para começar a viver com mais presença, coragem e autenticidade. Podemos começar hoje. Agora. O Plano Sê o Melhor de Ti foi criado precisamente para isto - para te ajudar a transformar a tua vida através de práticas diárias simples mas poderosas que trabalham a tua mente, corpo, emoção e espírito. Em apenas 10 minutos por dia, guiado por 4 especialistas de classe mundial, vais aprender a: · Desenvolver coragem emocional para ter as conversas que importam · Cultivar presença para aproveitares verdadeiramente cada momento · Libertar-te de medos que te impedem de viver plenamente · Criar equilíbrio entre mente, corpo e espírito · Viver com mais gratidão e propósito São 203 dias de transformação estruturada, com práticas de psicologia, meditação, yoga e fitness - tudo integrado num sistema completo que funciona. Porque a vida é demasiado curta para a vivermos com medo, para adiarmos as conversas importantes, para deixarmos por dizer o que realmente sentimos. Começa Hoje a Tua TransformaçãoPor apenas €49,90/ano (menos de 14 cêntimos por dia), tens acesso ilimitado a: ✓ 7 cursos completos em 4 níveis de desenvolvimento ✓ Práticas diárias de 10 minutos guiadas por especialistas ✓ Conteúdo exclusivo de psicologia, meditação, yoga e fitness ✓ Certificados digitais ✓ Descontos em consultas e formações ✓ Garantia de 7 dias - se não for para ti, devolvemos o teu dinheiro A vida que queres viver começa com a coragem de te transformares hoje. Não esperes por uma crise para começares a viver plenamente. Não adies mais as conversas importantes. Não deixes para amanhã a transformação que podes começar agora. 👉 Começa a Tua Jornada de Transformação Aqui Porque as conversas que evitamos são as que mais precisamos ter. E a vida que evitamos viver é a que mais precisamos de abraçar.
Há um momento, todos os anos, em que o mundo parece suspender a respiração. O relógio bate a meia-noite, as pessoas abraçam-se, fazem promessas ao céu e a si mesmas: “Este ano vai ser diferente.” Mas, passado o fogo de artifício, a vida real volta a acontecer. E a maior parte dessas resoluções evapora-se como o champanhe no fundo do copo. Porquê? A Ilusão do ResetO Ano Novo é um símbolo poderoso. Dá-nos aquela sensação de recomeço, de página em branco. Mas a vida verdadeira não se reinicia com um calendário novo. O que nos prende não são os meses, são os padrões — histórias antigas, crenças que nos habitam, feridas que repetimos. No fundo, não queremos só mudar de hábitos. Queremos mudar de pele. Queremos sentir que somos capazes de renascer, de surpreender o nosso próprio destino. E isso… não acontece por decreto. O Segredo Que Poucos ContamA maioria das pessoas falha porque confunde entusiasmo com compromisso. O entusiasmo é o fogo de artifício — bonito, intenso, mas passageiro. O compromisso é a brasa — aquela chama discreta que não se apaga, mesmo quando ninguém está a ver. É por isso que insisto: disciplina não é castigo, é liberdade. Não é sobre nunca falhar, é sobre recomeçar sem vergonha, celebrar cada microvitória e aceitar que a queda faz parte do caminho. A Coragem de Olhar Para DentroMudar exige coragem — não para enfrentar o mundo, mas para enfrentar o espelho. É aí que começa a verdadeira transformação: quando deixamos de fugir de nós próprios. Quando aceitamos que o medo de falhar, a ansiedade, a autoexigência… são partes nossas, não inimigos. Só assim podemos começar a reescrever a história. Recordo tantas sessões em que ouvi: “Miguel, já tentei tudo e nada resulta.” E, quase sempre, o que falta não é força de vontade. Falta clareza, falta estrutura, falta compaixão por si próprio. Falta aquele momento honesto de dizer: “Não preciso de ser perfeito para merecer uma vida nova. Preciso de ser verdadeiro.” Pequenos Rituais, Grandes MudançasA transformação não acontece num grito. Acontece no sussurro dos gestos diários. É no pequeno ritual da manhã, no momento em que decides fazer diferente, no perdão silencioso que dás a ti mesmo depois de uma recaída. É aí que a identidade muda — não de fora para dentro, mas de dentro para fora. No “Constrói o Teu Caminho, Vive na Mente Certa” escrevo: não é a força do desejo que muda a vida, é a força do hábito. Primeiro fazemos os hábitos, depois os hábitos fazem-nos a nós. E cada pequeno passo conta. Quando a Vida Não EsperaVivemos tempos incertos. A ansiedade financeira, o medo do futuro, a pressão social para sermos sempre melhores. Tudo isto pesa. Mas também pode ser o convite para redefinir prioridades, para focar no essencial, para descobrir que a verdadeira liberdade está em escolher o que realmente importa. Não é preciso mudar o mundo inteiro. Basta mudar o teu mundo — um pensamento, uma atitude, uma escolha de cada vez. O Convite à TransformaçãoSe há algo que aprendi nestes anos de clínica, coaching e vida, é que nunca é tarde. O cérebro aprende até ao fim. O coração renasce sempre que lhe damos espaço. E a coragem… é um músculo. Treina-se. Por isso, não faças deste Ano Novo apenas mais uma promessa. Faz dele o início de um compromisso contigo próprio. Não esperes pela motivação perfeita. Cria estrutura, procura apoio, celebra cada passo. E, acima de tudo, sê paciente contigo mesmo. Se Precisares de Um CaminhoSe sentes que estás bloqueado, que já tentaste de tudo e não consegues avançar, quero convidar-te para algo especial: a minha Masterclass 100% gratuita - Do Bloqueio à Ação: 9 passos para desbloquear a tua vida. É uma formação prática, inspirada no meu proximo livro, onde te mostro, passo a passo, como sair do ciclo de bloqueio e criar movimento real na tua vida. Vais descobrir estratégias simples, exercícios práticos e, acima de tudo, uma nova forma de olhar para ti próprio e para o teu potencial. Inscreve-te agora gratuitamente e acede de imediato à formação: 👉 Quero desbloquear a minha vida! Esta é a oportunidade de começares 2026 com clareza, estrutura e motivação renovada. Não fiques à espera que o mundo mude. Torna-te o protagonista da tua própria transformação. Nunca é tarde para recomeçar. O guerreiro não foge do medo — transforma-o em combustível para o caminho. A mudança começa com uma decisão e um compromisso real contigo próprio. O projeto Learn2be tem um novo blogCaro leitor(a), para ver as nossas publicações entre 2023 e 2026 convidamos-o(a) a visitar o nosso outro blog, presente no site das Clínicas Learn2be:
Seja dono da sua manhã! Os momentos do dia que são só seus, são a sua manhã, antes do dia das tarefas começar, e a sua noite, depois do dia das tarefas terminar. Os hábitos que escolhe ter nestes dois períodos do dia são fundamentais para garantir o seu foco, energia e visão na sua vida. 1 - Diferença entre agir e reagir ao dia Considero que todos os dias, temos três dias para viver: o dia pessoal; o dia familiar e/ou social; e o dia profissional e/ou académico. Levantar-se antes do seu dia familiar e profissional, é essencial para que consiga iniciar o seu dia pessoal em condições e com tempo. É essencial ter esse tempo só para si, para centrar-se, nutrir-se e preparar-se para fazer o seu dia de uma forma consciente e com intenção. Se não tiver esse tempo para si, acaba por começar o seu dia, apenas respondendo às tarefas que têm pela frente, familiares e profissionais, vivendo o dia o melhor que consegue, muitas vezes apenas com o objetivo de conseguir chegar ao final desse dia para poder descansar um pouco. Sem a consciência da importância do tempo, muitos dias podem passar assim de forma quase automática, em que apenas se reage ao dia como uma bola de futebol que vai rolando pelo campo da vida de pontapé em pontapé. Começar o seu dia com tempo para si, da-lhe a possibilidade de ser dono do seu dia e fazer de uma forma consciente um dia que conte. 2 - Hábitos matinais – esferas a trabalhar – espiritual, mental, física e emocional A melhor forma de iniciar bem o seu dia pessoal e garantir um dia produtivo e com alta motivação e eficácia, é começar por ser dono da sua manhã. Acorde um pouco mais cedo que o necessário, ou seja, antes da hora de acordar exigida pelas exigências exteriores, reservando esse tempo para si para se preparar para o dia. Crie uma rotina matinal que melhor reflita a pessoa que você quer ser e cumpra-a. Isso o ajudará a abordar cada dia com uma sensação maior de clareza, espaço e energia, em vez de acordar e começar logo a reagir às exigências que o dia lhe tráz. Resista o carregar no botão do despertador, de mais 5 minutos. Se há altura para se impulsivo(a) no seu dia, é quando acorda com o seu despertador ou de preferência com o seu despertar após um ciclo de sono. Muitas vezes, no momento em que o despertador toca, todas as células do seu corpo gritam para carregar no botão do “snooze” e ficar a dormitar mais um pouco. Essa situação acaba por ser prejudicial para si, porque interrompe o seu padrão de sono e na verdade passado esses 5 minutos vocês sente-se ainda mais cansado(a). Se realmente é importante para si realizar essa soneca extra, então coloque o seu despertador para despertar 30 a 35 minutos depois do primeiro alarme. Dessa forma permite ao seu corpo realizar mais um ciclo de sono completo, e não acorda com a sensação que lhe passou um trator por cima. Nessa sua rotina matinal deve ter em atenção às quatro áreas fundamentais que definem os seus níveis de energia vitais: a mental; a espiritual; a emocional; a física. Arranje tempo para:
Comece com hábitos prazerosos e de fácil realização para ligar bem a máquina: tratar da sua hidratação; aproveitar o momento zen do despertar para fazer a sua meditação, ou realizar alguns alongamentos, são alguns exemplos de hábitos de mínima resistência pelos quais pode iniciar o seu dia. Assim, quando acorda à hora marcada, sabe que as primeiras tarefas pessoais que tem pela frente, são tarefas prazenteiras, e como tal, diminui-se a resistência nesse acordar. 3 - Hábitos de final do dia de preparação do dia seguinte Para facilitar esse acordar, de forma a iniciar esses seus bons hábitos matinais, é importante ter alguns bons hábitos de final do dia que o vão ajudar nessa tarefa:
A ideia é facilitar ao máximo o processo de se levantar da cama, eliminando o máximo de resistências que possam surgir e eliminando também a máximo as decisões que tem de tomar nesses primeiros 10 a 20 minutos do seu dia, de forma a libertar a sua mente para o que realmente é importante: um bom inicio de dia pessoal. 4 - Faça a tarefa de maior resistência primeiro De todas as tarefas que têm pela frente, há sempre algumas em que tem mais resistência em pegar. Muitas vezes há a tendência de começar a resolver pequenas tarefas e pequenas decisões, como o responder a emails por exemplo, o que dá uma sensação de produtividade e de tarefa cumprida, mas que na verdade não resolve os seus principais problemas e não o(a) colocam mais perto dos seus objetivos verdadeiros. Essa armadilha do realizar o que é urgente e ir deixando para trás o que é importante, é o mais comum acontecer, porque realizando o que é urgente, há libertação de Dopamina suficiente para que a pessoa sinta que teve um dia produtivo, mas na verdade, não conseguiu chegar ao trabalho, que não sendo urgente, seria o mais importante ter avançado. Então o objetivo aqui é: Faça a sua maior tarefa primeiro. Aquela tarefa que parece pesada, aquela tarefa que tem tendência a procrastinar, aquela que parece que vai levar muito tempo. Ganhe o habito de começar os seus dias por ai e no prazo de um mês vai reparar que a sua vida avançou como nunca antes tinha acontecido. Este é um truque de produtividade conhecido, às vezes chamado de Eating The Frog. Brian Tracy fala este truque de produtividade no seu livro “Eat That Frog”, no qual descreve bem as vantagens imediatas de se modelar este hábito. 5 - visualize o dia em blocos Visualize o seu próximo dia em blocos: Como quer que corra a pré-manhã; a manhã; a hora de almoço; o inicio da tarde; o final da tarde; o regresso a casa e à família; o Jantar; o tempo após do jantar. Por muito que possa ser aborrecida essa ideia de controlar o seu dia, porque vai um pouco contra aquela ideia romântica de deixar o seu dia fluir, a verdade é que se tiver noção do seu dia em blocos, vai conseguir estar muito mais consciente das suas ações, pensamentos e emoções diárias. Dessa forma, poderá autorregular-se nesses domínios em tempo real, de forma a garantir que tem o melhor dia possível e que se oferece ao dia, a si próprio e aos outros também da melhor forma possível. Estando consciente do seu dia em blocos, evita ficar agarrado a um ressentimento, medo, comportamento obsessivo ou pensamento ruminante, porque como muda de bloco de dia, tem a possibilidade de começar de novo, libertando-se das suas prisões mentais e emocionais do bloco anterior e renovando-se na idealização da sua melhor versão para esse novo bloco que está agora a iniciar. Desta forma, fica com mais controlo no seu dia, mais atribuição interna e até com mais flexibilidade para que dentro de cada bloco do seu dia, possa-se expressar da forma mais segura, espontânea e fluida possível. 6 - começar com o fim à vista Pense no dia que tem pela frente: Qual a utilidade do seu dia?: Para que serve? Esse dia vai servir para quê? Qual o propósito desse seu dia?: Qual é o objetivo final deste dia? As suas tarefas nesse dia vão aproxima-lo(a) que que objetivo pessoal, familiar ou profissional? Qual a intenção desse dia? Vai faze-lo com que intenção? Escolha a sua intenção. Quais são os maiores desafios / conquistas desse dia?: Verifique quais são os 3 objetivos críticos desse dia. Quais as três tarefas, ou os três comportamentos, que se realmente colocar em prática, terão um resultado mais influente no seu dia, na sua semana e na sua vida? Neste trabalho de clarificação de propósito e objetivos verdadeiros, é importante utilizar as ferramentas certas para clarificar a sua visão e clarificar o caminho para a atingir. Nesse sentido fica aqui o convite para o Workshop Online de como trabalhar o seu propósito e estar em linha com a sua verdade interior. O desenho da sua vida, tal como o desenho da sua profissão ou do seu percurso académico, deve ser cuidadosamente trabalhado, de forma a que as suas ações encaminhem para uma vida com a qual se identifique e se sinta feliz, e não para uma vida em que se torna uma vítima das circunstâncias. E mesmo que se tenha enganado no caminho, nunca é tarde para alterar a sua realidade interior e exterior. Neste Workshop Online, vai aprender a utilizar o instrumento de Coaching ” A Roda da Vida”, de forma a clarificar a sua situação de vida atual, definir os seus objetivos reais e desenhar o procedimento de como os alcançar.
NOTA: Como este workshop oferece uma sessão online de Coaching ou Psicologia, as inscrições são limitadas ao número de vagas. Nesse sentido, este Workshop, poderá deixar de estar ativo no futuro, pelo que se aconselha a reservar a sua inscrição agora, mesmo que escolha iniciar o seu Workshop mais tarde (o acesso ao workshop e ao voucher de oferta de sessão online de Coaching ou Psicologia é vitalício). Dê um passo no sentido certo. Trabalhe mais em si e na sua vida do que na sua profissão ;). Estamos cá para ajudar nesse processo. Até Já Psicólogo clínico e Mental Coach
Fundador do projeto Learn2be e da revista Psicologia Digital Estimad@s leitores, Este mês resolvemos trazer-vos um tópico cada vez mais explorado pela grande generalidade das pessoas e que se refere ao caminho de vida Tod@s nós temos ou já tivemos a necessidade de encontrar o nosso caminho na vida, aquele percurso que nos devolva a sensação de unicidade e de pertença num misto de propósito e de desenvolvimento e que nos permita o foco que precisamos para alimentar as nossas motivações diárias para tudo o que nos propomos a fazer. Tantas e tantas pessoas recorrem à consulta de psicoterapia precisamente com este tópico, esta necessidade de busca interior por um caminho, uma estrada sua, um propósito individual e ao mesmo tempo grupal, comunitário e social. Eu acredito pessoalmente que esta necessidade é para o ser humano, fundamental na medida em que sem propósito, todas as motivações acabam se tornando efémeras e sem energia própria, sem o foco que ilumina o caminho na direção certa... e isto é o que angustia tantos de nós. Mas qual será afinal essa direção certa, esse caminho de vida cheio se significado e valor onde podemos sentir sempre que estamos a fazer o que temos que fazer? Para responder a essa pergunta é importante fazer uma introspeção fundamental a si própri@, à sua vida e a tudo o que tem sido importante para si sempre que precisa tomar uma decisão ou escolher por um qualquer caminho nos entroncamentos que a vida lhe vai apresentando e talvez considerar a possibilidade de se colocar a si mesm@ as seguintes questões:
Após questionar-se a si mesm@, talvez se surpreenda com as suas respostas e talvez chegue ao fundamental ponto em que muitas pessoas chegam quando fazem processos de acompanhamento com profissionais especializados, quando percebem que afinal.... a sua voz não tem o tom que gostariam que tivesse e os seus atos não têm o impacto que poderiam ter se tivessem sido capazes de respeitar na situação A, B, C aquilo que o coração pedia, de várias formas até... quantas vezes através de umas pernas que tremem de emoção ou de uma pele que se manifesta com todos os seus poros... É que nesta como em outras áreas da nossa vida, nem sempre a nossa mente trabalha a nosso favor e quanto mais cedo conseguimos perceber isso, mais tempo teremos para trabalhar no sentido de a disciplinar e aproveitar toda a sua magnificência a nosso favor. Então... esqueça os caminhos de vida que outras pessoas podem ter escolhido para si, pessoas que @ amam é certo e que só querem que seja feliz mas que não sabem, porque não podem saber o nome da emoção que faz gritar em silêncio o seu coração... não critique, não julgue nem culpe quem só o quis ajudar e acabou por contribuir para que se encontre em becos sem saída, desorientad@ e perdid@ na vida... Ao invés disso, feche os olhos, coloque as mãos no coração e deixe que ele se manifeste (a acredite que ele o fará) para depois meter pés ao caminho e seguir essa estrada improvável, desafiante e maravilhosa. Você pode escolher! Ainda há tempo... acredite que ainda tem tempo! Boa caminhada e até sempre, Estimad@s leitores, O tema deste mês na nossa revista, mexe particularmente comigo e acredito que consigo também. Este é um tema delicado e que deve ser observado e analisado com respeito pela sua delicadeza e importância no panorama emocional das nossas vidas. Dou comigo muitas vezes em consultas a abordar este assunto pela importância que acredito que devemos conferir à saúde mental e emocional de tod@s. Acredito profundamente que tod@s nós temos na vida alguma situação ou alguém que em maior ou menor grau nos feriu, desiludiu ou surpreendeu pela negativa por alguma razão e o resultado acabou por ser um afastamento, daqueles afastamentos em sinal de protesto, de auto-proteção ou de simples fuga ao desconforto. Quantas vezes damos connosco e ouvir chavões como: “Perdoar é importante” e a repeti-los para nós mesmos na expectativa de que por muito ouvir o nosso sistema emocional consiga realizar o perdão e seguir em frente com a tão prometida leveza que supostamente se segue ao perdão? E quantas vezes até já o tentamos fazer, real ou imaginariamente e nem sempre sentimos a tal da leveza e a prometida paz de espírito? É que talvez falte explicar uma parte, um daqueles detalhes de que ninguém fala e que é simplesmente fundamental para se perceber este processo que é tudo menos fácil ou rápido nas nossas vidas. Talvez nunca ninguém lhe tenha dito que: - Sim... Perdoar é importante.... mas isso não significa que os relacionamentos irão voltar a ser o que eram; - Sim... Perdoar traz leveza... mas só quando já percebemos e aceitamos que o pós perdão não contém em si a necessidade de voltar a fazer parte das vidas das pessoas a quem se perdoou e vice-versa; - Sim... Perdoar é importante... mas só quando aceitamos que é um ato único e exclusivamente autónomo e individual e que não significa que vá mudar nada na reação do outro ou na sua percepção sobre o acontecimento nem que vá provocar a mínima mudança no comportamento de nenhum dos envolvidos; - Sim... Perdoar traz leveza... mas essa é a leveza que só sentirá se aceitar a liberdade de seguir em frente sem a necessidade de que a(s) pessoa(a) que perdoa o/a acompanhem nessa estrada de vida que é sua, porque provavelmente eles não o farão e ainda assim, a estrada estará à sua espera para ser percorrida... tantas vezes a solo... mas LIVRE! É por todas estas questões que perdoar não é fácil, nem rápido, nem tranquilo... Muito pelo contrário... Perdoar é um processo de auto-conhecimento, auto-aceitação e valorização fundamentais para quem tem estradas a solo para percorrer sem nunca esquecer que a liberdade é uma conquista diária de si mesmo, uma construção de bases fortes e seguras que podemos escolher criar nas nossas vidas, para nós, por nós e em nós. Perdoar é acima de tudo um processo de maturação muito intenso e dinâmico internamente pelo qual temos que passar se quisermos libertar-nos das cordas onde inconscientemente nos deixamos aprisionar pelas mágoas, pelas desilusões e pelo sofrimento. Perdoar é escolher libertar a dor e viver o Amor, o próprio... aquele que deve superar todos os outros. Por isso perdoar envolve por norma 2 ou mais pessoas mas na realidade a libertação é feita de modo única e exclusivamente individual num processo de busca interior e de conhecimento e desenvolvimento pessoal, e por isso é tão difícil fazê-lo! Quantas vezes já deu consigo a pensar em situações do passado que gostava de já ter perdoado mas que simplesmente decidiu ignorar, na expectativa de que evaporem no tempo? Acredite que conheço bem a sensação de impotência quando decidimos ser verdadeiramente honest@s connosco mesmos e sabemos dentro do coração que ainda não conseguimos perdoar a situação A ou B acontecida há não sei quantos anos. É por isso que lhe garanto que vale a pena dar início a este processo de auto-descoberta com a promessa de muitas surpresas pelo caminho atribulado dos medos numa escalada interna até ao topo da montanha das nossas capacidades individuais... porque só nesse lugar seremos capazes de acreditar que a liberdade nos habilita a voar. No Learn2be temos uma equipa de profissionais habilitados e motivados lhe dar a mão e para o/a ajudar neste processo. Dê o primeiro passo, acredite em si! Vera Ferreira Diretora Clínica do projeto Learn2be Vivemos, atualmente, um momento emocionalmente exigente. Ainda não recuperados do susto e de toda a gestão pandémica que a Covid-19 provocou no mundo inteiro, entramos de repente num tempo que vem surpreender todos por abalar a paz que se vivia há décadas na Europa. Neste novo tempo, em que uma guerra invade a sensação de esperança e, principalmente, de segurança, importa lembrar que não há guerra com empatia, não há guerra com organização mental e educação emocional. Também não há guerra com valores humanos elevados. E de certeza que não há guerra sem desejos e fantasias de poder e autoridade de alguém. A guerra na Ucrânia obriga-nos a gerir, uma vez mais, emoções fortes e pensamentos ruminantes. Muito associados ao medo, à insegurança, à ansiedade, ao stress e à tristeza. Torna-se por isso essencial normalizar alguns sentimentos e pensamentos associados a este novo tempo. Um tempo de crise que, como tal, obriga a algumas gestões pessoais, de auto-cuidado e auto-conhecimento. Auto-Cuidados e Auto-Gestão A aceitação de emoções e sentimentos anormais é essencial. Ter sentimentos anormais em tempos anormais é, na verdade, normal. Aceitar não significa que nos tenhamos que resignar. Aceitar significa que normalizamos o sentir e deixamos que o mesmo faça o seu percurso sem o castrarmos. No entanto, alguns auto-cuidados são fundamentais para melhor gerir este tempo novo e instável. Auto-cuidados que passam pela gestão de informação consumida relativa ao assunto perturbador e limitação de foco no mesmo. Foco naquilo que podemos controlar e que melhor nos ajuda a gerir os níveis de stress experienciados. Procurar não estar tão isolado é importante para nos trazer esta sensação de estarmos acompanhados quer ao nível de sentimentos e emoções, quer ao nível das causas e valores que partilhamos. Somos seres sociais pelo que a socialização é um bom aliado à gestão interna da ansiedade, da tristeza, da ruminação mental. Outra tarefa ao nível de auto-cuidado é o manter de rotinas prazerosas e saudáveis. Rotinas que dêem foco e preencham um espaço interno que traga um sentir de maior controlo, esperança e segurança interna e externa. Rotinas prazerosas que aumentem níveis de serotonina e dopamina responsáveis pelo nosso bem-estar emocional. Rotinas que funcionem também como escapes a partes internas mais depressivas. Atividades de lazer e, principalmente, ao ar livre são sempre bons apoios neste nivelar emocional. Um último ponto relativo ao procurar de ajuda. Obter ajuda no outro, seja um amigo ou um profissional de Psicologia, é igualmente uma alternativa e dever importante quando se sente a necessidade de organização mental, emocional e relacional. Tempos exigentes exigem medidas diferentes e potenciadoras de uma maior normalidade funcional pelo que agir com brevidade e assertividade é sinal de saúde mental. João Pedro Lagarelhos Psicólogo Clínico e Coach É importante falarmos sobre recomeços e sobre como fazê-los. Todos nós sentimos uma vontade de recomeçar no início de cada ano, no inicio de cada mês, no inicio de cada semana. No entanto, para que esse recomeçar seja mesmo o virar de uma nova página de existência humana, ele deve ser cheio de significado e com consciência do que correu menos bem com as nossas anteriores decisões e a partir daí traçar novas metas e caminhos para as alcançar. Porque recomeçar é fácil se for apenas para o fazer como sempre o fizermos no passado das nossas vidas. Agora fazer diferente é mais difícil, mais intenso e desafiante... até porque se fosse fácil já o teríamos feito. Já dizia o conhecido matemático Albert Einstein que “a verdadeira loucura é fazer todos os dias a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. Mas aqui para nós, não é um pouco isto que fazemos todos? Este acreditar que agora é que é, que agora é que vai ser diferente, que este ano é que vai valer a pena e depois... não fazemos nada para que isso aconteça... talvez porque estejamos a entrar demasiado a fundo nessa coisa de acreditar que “o que é para nós ninguém nos tira” ou “o que é para nós connosco virá ter”... e talvez estas crenças possam influenciar um pouco o nosso modo de pensar, sentir a agir quer isto aconteça consciente ou inconscientemente. É preciso ter calma e pensar... mas pensar bem, sentir... mas sentir de acordo com a verdade dos nossos dias, ou seja, lembrar que de nada adianta ficar à espera que o futuro aconteça sem que sejamos nós a criá-lo de acordo com o que queremos viver. Eu sei que pode parecer difícil de acreditar, mas acredite que existe em cada um de nós a capacidade criar a sua própria realidade e viver de acordo com o que acredita e cria. Mas para isso não basta recomeçar todos os anos, ou todos os dias da mesma forma como se fez ontem... é aqui que devemos fazer uma pausa e compreender a importância de dois conceitos super importantes neste processo: 1 – Ressignificar – na medida em que há que reconhecer sempre que as nossas decisões levarem a desfechos menos positivos ou construtivos e aceitar a nossa responsabilidade nesses desfechos. Há que dar novo significado ao que achávamos certo e falhou, ao que tínhamos como garantido e já não o é. Há que encontrar segurança nesta ressignificação e há que aceitar que mesmo esta segurança possa precisar de ser ressignificada para podermos seguir em frente no caminho novo, com desafios novos e destino novo. 2 – Acreditar – em nós mesmos, na nossa capacidade de nos reinventarmos e de criarmos novos caminhos, novas saídas para o que parece perdido, novas metas onde parecia o fim. Esta é a meu ver a parte mais difícil porque implica o trabalho emocional individual, interno e exigente de comunicação intrapessoal positivas e reforçadora da coragem, da fé em si mesmo e da audácia de quem se atreve a fazer diferente apenas porque se recusa a aceitar o fim, seja ele qual for, menor do que se imaginou, menos feliz do que se acredita que possa ser e menos preenchido do que se deseja. Recomeçar após ter ressignificado a sua vida e as suas metas e acreditando que todas as estradas novas trarão surpresas boas, construtivas e importantes de quem somos enquanto Seres Humanos em constante evolução e amadurecimento. Temos na Learn2be uma equipa de profissionais perfeitamente capacitados e cheios de vontade de lhe dar a mão e percorrer novos caminhos consigo a par e passo para o ajudar a acreditar, continuar a seguir sempre em direção aos seus sonhos!
Olá, Por incrível que pareça, os dias voam e já estamos em Março! Um Março que se caracteriza por muita tensão e ansiedade pela guerra que está a acontecer entre a Ucrânia e a Rússia. Tenho o meu coração em dor com as imagens que nos chegam todos os dias pelas televisões e com as informações que vão trazendo até nós. Estamos em pleno século XXI e acho que ninguém achava possível que isto fosse acontecer. De repente todos estamos obrigados a gerir as nossas emoções sobre o que se passa no mundo de uma forma um tanto ao quanto violenta e extremamente rápida. Temos assistido a inúmeras manifestações das pessoas pelo mundo fora a favor da paz e temos tido a oportunidade de ver e sentir o melhor e o pior da humanidade. Parece-me que é caso de parar um pouco e observar o que está a acontecer no nosso Ser individual com tudo isto para além da confusão e da tristeza que tod@s sentimos e tentar encontrar alguma paz. Porque Paz é definitivamente a palavra de ordem destes dias e porque acredito profundamente que ela deve começar dentro de nós mesmos. Senão vejamos, o que será que estaria a sentir o presidente da Rússia dias e horas antes de ordenar o ataque da Ucrânia? Por certo ele estava a sentir tudo menos paz. Bem sei que se têm feito muitas análises à estrutura de personalidade de Putin mas questiono que paz é que isso nos traz? Concluir que se trata de um homem com uma tendência à agressividade e ao auto-centramento não nos ajuda a ajudar aqueles que de facto precisam de ajuda. Então lembre-se de algo em que acredito profundamente – tudo aquilo que nós focalizamos... cresce... por isso não foque no mau, na tristeza, na dor, no medo (que nos afeta a tod@s e que estamos tod@s a sentir). Foque naquilo que de facto quer ver crescer... a PAZ! Somos todos UM e o que está a acontecer na Ucrânia, afeta-nos a tod@s por isso acredito que estamos em tempo de acreditar que podemos ser livres, que merecemos ser livres e que podemos agir para ajudar a criar essa liberdade. Nesse sentido, gravei uma meditação pela Paz, que @ convido a fazer clicando no link abaixo. E seja Março, um mês histórico pela força dos Homens Unidos a favor da PAZ! Obrigada pela sua fé na vida, na liberdade e na paz. Fevereiro é um excelente mês para escolhermos pensar, ponderar e avaliar a nossa vida com os parâmetros da lei do coração. Neste mês vivemos o dia dos namorados, vivemos a intensidade das emoções e vivemos habitualmente as consequências dessa intensidade, com ou sem variáveis amorosas envolvidas neste processo. O dia dos namorados é habitualmente um dia complicado para aqueles que não têm par amoroso na sua vida e isso na sua maioria faz com que as pessoas se esforcem por ignorar o dia e todo o convite à introspeção a que todo o mês nos convida. É por isso que hoje gostava de vos convidar eu, a aceitar Fevereiro como o mês das emoções, dos afetos, da intensidade emocional e da capacidade de transformação na nossa forma de pensar, sentir e viver a vida (porque é precisamente isso que acontece quando nos dedicamos algum tempo a avaliar a nossa vida pelas leis do nosso coração ao invés de o fazermos mecânica e robotizadamente como estamos habituados a fazer pelas leis dos homens. Quantas e quantas vezes damos connosco a aceitar nas nossas vidas, realidades que nos desagradam, que nos reprimem e que nos matam aos poucos, apenas porque assim é suposto que seja, sem grandes questionamentos ou dúvidas que nos retirem da habitual caminhada na mesma direção que tod@s aqueles que conhecemos. Quantas e quantas vezes, aceitar essas realidades implica dizer SIM aos outros, mas dizer NÃO a nós mesmos? Quantas e quantas vezes acordamos de manhã sem a mínima vontade de sair da nossa cama pura e simplesmente porque não aguentamos a mesmice dos dias, das rotinas aborrecidas e insuficientes... sim, completamente insuficientes para o que um dia nos atrevemos a sonhar que seria a nossa vida? Quantas e quantas vezes pensamos nisto, temos vontade de mudar e simplesmente saímos da cama, lavamos o rosto e vamos fazer as mesmas coisas, à mesma hora, nos mesmos lugares, com as mesmas pessoas, com quem temos as mesmas conversas que resultam sempre nas mesmas conclusões? Possa Fevereiro ser um mês de pensar nisto com mais afinco, de sentir todo o desconforto que houver com mais verdade e de... ainda que mais não seja.... acreditar que podemos mudar... depressa ou devagar... com ou sem medo... o rumo da nossa vida, do afeto que nutrimos por nós mesmos e pela vida. Com ou sem namorad@, porque o romance como tudo o resto na vida começa sempre dentro de nós! Feliz Fevereiro, nas leis do coração! A Dra. Maria Inês Costa recebeu o convite da CLDS 4G - Peso da Régua (uma organização sem fins lucrativos, que pretende combater a exclusão social através de uma intervenção próxima realizada em parcerias. Irá incidir na área do Emprego, Formação e Qualificação e na Intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza infantil) em parceria com a Clínica Learn2be, com o intuito de se dinamizar, a primeira de várias sessões do “CICLO DE COMPETÊNCIAS PARENTAIS - VAMOS APRENDER A CONVERSAR?”, onde eu, como representante da equipa Learn2be do Porto, abordei a importância que as relações familiares e as práticas parentais têm no desenvolvimento dos filhos.
Porque é que este tema é pertinente?Dezembro é por norma um mês de balanço. Este é o último mês do ano e é por hábito neste mês que a maioria das pessoas se disponibiliza a avaliar o ano todo que está prestes a terminar. Isto acontece na nossa sociedade a todos os níveis (social, pessoal e até mundial). Talvez já tenha dado consigo a recordar alguns momentos de 2021 e a tender a avaliar o que aconteceu e como o que aconteceu interferiu em si, na sua unicidade, nas suas emoções, no seu percurso de vida e na sua forma de viver. Parece que estamos até programados para o fazer todos da mesma maneira, uma vez por ano em Dezembro. Na verdade, foi assim que crescemos a ver os nossos pais, avós, amigos e figuras de autoridade fazer e isso acabou por se tornar num comportamento padrão sem que pensemos muito acerca dele. Quase que se tornou visceral dentro de nós simplesmente fazê-lo. Será que acontece consigo, parar por momentos e pensar “como foi este ano? | o que aprendi este ano? | o que evoluí este ano? | o que não quero que se repita no próximo ano?....”Ep.07 | Conversas com Valor: A arte e a Saúde Mental | Dra. Vera Ferreira e Dra. Inês Costa25/10/2021 Uma bonita conversa entre a Dra. Vera Flor de Luz e a Dra. Inês Costa sobre a arte e a sua influência na nossa saúde mental. Veja o vídeo na íntegra, abaixo: Escrevo-lhe após algum tempo. Um mês de hiato. Há momentos que tem momentos que não permitem todos os momentos. Mas escrevo-lhe hoje, em Outubro, em abertura a um desconfinamento de vida para que mais momentos sejam permitidos, neste, que é já outro tempo. Em tempos que correm impõe-se algumas reflexões, nomeadamente, sobre o tempo. A felicidade não depende do tempo, é mais dependente da mente, do quanto ela se auto- reconhece, do seu estado e robustez. A felicidade atua mais em estado mental pontual para o qual não há uma receita geral mas antes uma ligação de pontos e características pessoais, únicas e identitárias. Razão pela qual só a análise pessoal permite destrinçar crenças e estradas de pensamento que levam a lugares de sentimento que se cristalizam em vidas bloqueadas ou desalinhadas. O tempo, por seu lado, é um factor determinante no ser humano. Faz parte da vida humana desde que nasce (um tempo que se inicia) até que morre (um tempo que se fecha, pára, termina). Sendo por vezes uma unidade de medida aliada que empurra, abre espaço e facilita enquanto outras vezes é unidade adversária que dificulta, trava e bloqueia. Assim, olhar o tempo de um modo mais consciente e saudável é uma tarefa nem sempre visível, pensada e fácil mas, sem dúvida alguma, importante. Até porque, na realidade, não temos controlo algum na forma como “olhamos” para o tempo. Ao nível inconsciente, por exemplo, ignoramos totalmente a passagem do tempo, sendo o desejo inconsciente indestrutível, ou seja, localizado fora do tempo. Razão pela qual as experiências infantis tendem a não ser esquecidas, isto por haver todo um tempo inconsciente que não é ultrapassável. No entanto, com tempo num tempo relacional em análise com o seu próprio tempo é possível elaborar e desatar os nós cruzados num tempo ao qual não temos acesso. Vale a pena refletir em algumas questões atuais sobre...o Tempo! Neste mês de Setembro 2021, poderá encontrar na Revista Cristina um artigo do Dr. Miguel Gonçalves (Diretor Clínico da Clínica de Psicologia e Coaching Learn2Be. Uma vida adquirida e a vida em aquisição. É viver num estado de curiosidade necessária à saúde mental de todos os humanos. É dar vida às asas que se tem e que não servem apenas para acolher e segurar o adquirido. É dar asas às asas que também querem novos ventos, novos voos. É um estado alterado de essência. Robusta o que lá se encontra. É um atirar para lá do que se sabe, pelo que é atirar para outra vida. Não há garantias de nada mas há qualquer coisa no desconhecido que estrutura. Que organiza. Que faz sentido e faz sentir. Viajar é, quase, a única maneira de conhecer realmente o mundo. De um modo real, presencial, com toque, olfacto, audição e visão apurados. Juntando um paladar que apura tudo isso. Nada mais é o mesmo depois que é sentido! Viajar é acima de tudo, compreender. |
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